Assistente de acusação diz que defesa de Manvailer ‘ofende a memória da vítima’

Em nota encaminhada à imprensa, o assistente de acusação e representante da família de Tatiane Spitzner, advogado Gustavo Scandelari, afirma que a defesa de Luis Felipe Manvailer “mudou mais uma vez a versão do réu preso”

Em nota encaminhada à imprensa, o advogado Gustavo Scandelari, assistente da acusação e representante da família de Tatiane Spitzner, afirma que a defesa de Luis Felipe Manvailer, acusado de matar a guarapuavana em 2018, mudou sua estratégia, afirmando que ela não se suicidou, mas que era uma chantagista emocional, desqualificando Tatiane.

De acordo com Scandelari, o discurso ofende a memória da vítima e agride a família.

“A defesa, surpreendentemente, mudou mais uma vez a versão do réu preso, Luis Felipe Manvailer. Quando ele foi preso em flagrante e foi ouvido na delegacia e depois perante à juíza, sempre deu versões conflitantes, mas afirmando que ela havia se suicidado. Primeiro, segundo ele, Tatiane havia executado um salto direto, depois que ela que se havia se pendurado no parapeito e se soltado. Agora, diante das provas que estão sendo reforçadas pela acusação, eles optam por mudar de versão”, pontua o advogado.

“Como eles nunca conseguiram provar que Tatiane tinha indícios clínicos de depressão, o mínimo sinal de tristeza, pois provamos que ela era uma moça alegre e que fazia planos para o futuro, mentalmente saudável, agora a defesa de Manvailer opta por uma versão que agride a memória da vítima e da família, dizendo que ela era uma chantagista emocional. Algo mais uma vez lamentável por parte dos argumentos da defesa e que confirma que a versão do réu preso é absolutamente improcedente, o que deve mais uma vez garantir a sua condenação a uma pena justa, que é uma pena alta”, completa.

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