Governador destaca união dos Poderes para a execução de políticas sociais

O Governo do Estado lançou um conjunto de medidas sociais para amenizar a situação da parcela mais vulnerável da população paranaense. Serão R$ 109 milhões divididos em seis ações diferentes. Ratinho Junior afirma que a medida foi construída com o suporte dos demais Poderes

O governador Carlos Massa Ratinho Junior ressaltou que o pacote de medidas sociais voltadas para amenizar a situação da parcela mais vulnerável da população paranaense, lançado nesta terça-feira (20), no Palácio Iguaçu, é reflexo da união entre todos os Poderes constituídos do Estado no enfrentamento à pandemia da Covid-19. Serão R$ 109 milhões divididos em seis ações  como forma de amenizar o impacto do vírus no dia a dia dos cidadãos, com propostas voltadas para a geração de emprego e renda, cuidados com a criança, adolescentes e idosos.

“É um programa social que vem para diminuir de alguma maneira o flagelo desta pandemia. Algo construído por várias mãos, dentro da nossa equipe, e com o suporte dos demais Poderes. Essa união é o grande segredo do êxito conseguido pelo Paraná dentro do atual cenário, no combate à doença”, afirmou Ratinho Junior. “É algo que fortalece o Estado e reforça a maturidade de todos os líderes”.

Presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), o desembargador José Laurindo de Souza Netto destacou que a medida mostra a preocupação do Estado com políticas públicas voltadas para a primeira infância. Lembrou que apenas em um edital do Fundo para Infância e Adolescência (FIA) serão aplicados R$ 62 milhões na proteção de crianças e adolescentes em situação de risco.

“É o maior aporte do FIA em 30 anos, o que demonstra que a população paranaense está sob o comando de atores políticos sensíveis, conscientes de sua responsabilidade social. Essa é uma incumbência de todos”, disse.

Opinião compartilhada também pelos órgãos de fiscalização do Estado. Procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Paraná (MPPR), Gilberto Giacoia afirmou que a instituição compartilha da mesma visão de governo do Poder Executivo. Ele reforçou a importância de medidas com foco social para reduzir os diferentes impactos da pandemia. “O Ministério Público reconhece o trabalho institucional do Governo do Estado, voltado para abrir portas e sensível aos mais humildes. Nos dando as mãos passaremos por esse momento e sairemos melhor da turbulência”, comentou.

Já Ademar Traiano, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, lembrou que a Casa de Leis tem sido parceira do Executivo na elaboração de medidas que busquem amenizar o drama dos paranaenses mais vulneráveis. “São programas e leis que contam com o apoio dos deputados. Medidas como essa demonstram a sensibilidade do governante e de toda sua equipe. É um esforço comum de todos os chefes de Poderes no sentido da proteção à vida. O momento é de estender a mão, com a construção de pontes permanentes para resolver os problemas dos mais necessitados”, afirmou.

MUNICÍPIOS

Medidas sociais com capacidade de transformar a realidade das cidades paranaenses são fundamentais para o futuro do Estado. Assim definiu o presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e prefeito de Jesuítas, Junior Weiller. Ele destacou especialmente o programa Compra Direta, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

O Governo do Estado prepara para este mês um novo edital para compra de alimentos da agricultura familiar. O investimento é de R$ 27 milhões e vai atender 1.207 entidades que cuidam de pessoas em situação de risco. A expectativa é distribuir 4,9 mil toneladas de alimentos, beneficiando 250 mil pessoas. 

No ano passado, o programa Compra Direta destinou R$ 20 milhões para a aquisição de produtos de cooperativas e associações de pequenos produtores rurais. Ou seja, garante renda para quem produz e alimentação saudável para parcela significativa da população.

“O Governo está assistindo a todos, crianças, idosos, os mais necessitados, portadores de alguma deficiência. É algo que leva alento e esperança e muda a realidade dos municípios do interior, principalmente daqueles que dependem da agricultura”, disse Weiller.

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