Sete filmes para conhecer Eddie Murphy

Recém-lançado no streaming, “Um Príncipe em Nova York 2” é a sequência do clássico longa-metragem de 1988, quando o comediante viveu o ingênuo Akeem, então príncipe de Zamunda. Para entrar no clima, o CORREIO preparou uma lista com os melhores trabalhos desse mito da Sétima Arte

Antes de estrelar bobagens como “O professor aloprado” (1996/2000), “Norbit – Uma Comédia de Peso” (2007) e “Pluto Nash” (2002), Eddie Murphy era o cara em filmes de comédia, principalmente nos anos de 1980/90. Seu nome era sinônimo de humor e histórias bem sacadas.

É o caso de “Um Príncipe em Nova York” (1988), longa-metragem dirigido por John Landis e que se tornou um dos campeões da Sessão da Tarde. Sem contar seu status de filme cult adquirido com o passar do tempo.

Neste mês de março, o serviço de streaming Amazon Prime Video lançou a sequência dessa produção, 33 anos depois: “Um Príncipe em Nova York 2”, desta vez com direção de Craig Brewer. O recém-coroado Rei Akeem (Eddie Murphy) descobre que tem um filho que ele não conhece e que pode ser herdeiro do trono. Junto de Semmi (Arsenio Hall), o soberano embarca para os Estados Unidos.

Aproveitando a ocasião, o CORREIO preparou uma seleção de grandes filmes da carreira de Murphy que todo espectador precisa conhecer. A seguir, em ordem cronológica.

48 HORAS
Com Walter Hill atrás das câmeras, “48 Horas” (1982) apresenta a química perfeita entre o policial durão e ranzinza Jack Cates (Nick Nolte) e o bandido boa pinta Reggie Hammond (Eddie Murphy). Os dois são obrigados a trabalhar juntos e, claro, sai muita faísca. Longa-metragem que une ação e comédia.

Onde assistir? Amazon Prime Video, Google Play.

Poderia ser o “tira mau, tira bom”. Só que não! (Foto: Divulgação)

TIRA
A franquia “Um tira da pesada” explora bem a capacidade de improvisação e genialidade de Murphy para dar vida ao policial simples e malandro Axel Foley. A graça é ver o choque de cultura quando ele, que é da brutalizada Detroit, se mete a investigar um caso em Beverly Hills, um lugar grã-fino. Para tanto, ele contará com a ajuda de dois tiras comportados, Billy Rosewood (Judge Reinhold) e Taggart (John Ashton). Assista sem medo aos filmes de 1985 e 1987; mas fuja da sequência de 1994.

Onde assistir? Netflix, Amazon Prime Video, Google Play.

Em Detroit, o bicho pega. Mas em Beverly Hills… (Foto: Divulgação)

LANDIS
Se Eddie Murphy era a figura perfeita para filmes de comédia nos anos 80, John Landis (de “The Blues Brothers” e “Um Lobisomem Americano em Londres”) era a sua contraparte na direção. Em 1983, Landis dirigiu Murphy e Dan Aykroyd na obra-prima do humor “Trocando as bolas”. A dupla de atores dá vida a dois personagens que se tornam marionetes para uma experiência social de dois irmãos ricaços. Assim, o negro pobre Billy Ray Valentine assume o lugar do esnobe executivo Louis Winthorpe III.

Onde assistir? Google Play.

Quem é rico e quem é pobre nessa história?! (Foto: Divulgação)

PRÍNCIPE
Claro, não podia faltar na lista “Um Príncipe em Nova York” (1988). Sob a direção de Landis, Murphy é Akeem, príncipe herdeiro de Zamunda, África, que se rebela contra o casamento arranjando por seu pai, o rei Jaffe Joffer (James Earl Jones), que concorda que o filho viaje por 40 dias. Assim, Akeem vai para Nova York, se passando por um pobre estudante para encontrar uma noiva que não o ame por sua posição. Grandes atuações, com Murphy se multiplicando em vários personagens, e cenas antológicas.

Onde assistir? Netflix, Amazon Prime Video, Google Play.

“Olha, Semmi, eu quero um lugar bem chulé pra morar em Nova York” (Foto: Divulgação)

DRAMA
Após a consagração no humor, Murphy se arriscou e se saiu muito bem num papel dramático no musical “Dreamgirls – Em Busca de um Sonho” (2007). Ele nem é o protagonista da trama, mas consegue se destacar com atuação premiada na pele de James “Thunder” Early, um artista que está em baixa na carreira.

Onde assistir? Amazon Prime Video, Google Play.

“É para o Ding Dong do Faustão?! Tô fora!” (Foto: Divulgação)

RENASCIMENTO
Em 2019, Eddie Murphy renasceu no filme “Meu Nome é Dolemite”, uma produção original da Netflix. Ele é o vendedor de discos Rudy Ray Moore que, numa Los Angeles dos anos de 1970, sonha em ser comediante. Mas coleciona fracassos. Até o dia em que cria o alter-ego escandoloso e indecente Dolemite, um sucesso nas casas de shows e discos, chegando até mesmo ao cinema. Fazia décadas que Murphy não mostrava seu lado outsider e rebelde. Melhor para o público!

Onde assistir? Exclusivo da Netflix.

“@#%$… de filme legal pra assistir!” (Foto: Divulgação)
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