Lançamento da HBO Max em junho acirra mercado on demand no Brasil

Basta dizer que o novo serviço reúne material da HBO, TNT, TBS, Turner Classic Movies (TCM) e CW, além dos canais de animação e também todo o line-up da Warner Bros., incluindo New Line, Looney Tunes, CNN e DC

A briga pela atenção do espectador promete ficar ainda mais acirrada no streaming. Mais um gigante do setor deve aportar no Brasil, rivalizando com Netflix, Amazon Prime Video e Disney+, só para ficar nos mais conhecidos.

Em junho deste ano, o serviço HBO Max chega ao país. O canal da HBO Brasil no YouTube divulgou recentemente um vídeo institucional com o anúncio. Para quem curte filmes e séries, é promessa de grandes opções no cardápio.

Basta dizer que o novo serviço no Brasil reúne material da HBO, TNT, TBS, Turner Classic Movies (TCM) e CW, além dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o line-up da Warner Bros., incluindo New Line, Looney Tunes, CNN e DC.

Ou seja, produções como “Mulher Maravilha”, “Coringa”, “Senhor dos Anéis”, “Harry Potter”, “Matrix”, “Superman”, “Friends”, “The Big Bang: Theory”, “Two and a Half Men”, entre outros. Além de clássicos do cinema, caso de “O Mágico de Oz”, “Laranja mecânica”, “Casablanca” e “Mad Max”.

Segundo o site Omelete, diversas produções originais da HBO Max foram anunciadas nos últimos meses, como a série da Liga da Justiça Sombria, um derivado de “O Iluminado”, “Lanterna Verde”, uma animação do “Aquaman”, um revival de “Gossip Girl”, o reencontro do elenco principal de “Friends” e vários outros títulos.

Até o momento, o preço da assinatura ainda não foi divulgado. E muito menos a data exata do lançamento da nova plataforma em terras brasileiras.

No entanto, só o fato de que o espectador nacional terá a opção de contratar a HBO Max já representa um novo salto na experiência de assistir a conteúdo on demand. Trocando em miúdos, é a oportunidade de ver e rever séries e filmes a qualquer momento. Quem consome (“maratona”, melhor dizendo) a Netflix, por exemplo, sabe do que estamos falando.

BOLSO
A dúvida é saber se tantas opções de streaming cabem no bolso do cidadão. Entre os maiores players do mercado, o fã de entretenimento pode assinar as seguintes plataformas: Netflix (planos variam de R$ 21,90 a R$ 45,90 por mês), Amazon Prime Video (R$ 9,90 por mês), Disney+ (R$ 27,90 ao mês ou R$ 279,90 no plano anual), Globoplay (a partir de R$ 19,90 por mês), Apple TV+ (R$ 9,90 por mês) e Telecine Play (R$ 37,90/mês).

Correndo por fora, aparecem opções menos conhecidas e voltadas a público de nicho: Mubi (R$ 27,90/mês), para quem curte filmes cult a partir de uma curadoria; Cine Belas Artes à La Carte (R$ 9,9 mensal), com programação recheada de clássicos e cinema de arte; Darkflix (R$ 9,90 mensais), plataforma especializada em produções de terror.

Sem contar também os serviços musicais (Spotify, Deezer, Apple Music etc.), de quadrinhos (Social Comics, por exemplo), entre outros.

Em resumo, a conta pode ficar um tanto quanto salgada se o consumidor perder de vista os boletos ao final do mês.

Para quem não pode pagar (e tem acesso a uma boa conexão de internet), sobram as opções gratuitas, no universo da NetMovies (filmes), YouTube e afins.

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